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27 de novembro de 2011

O Fado


imagem aqui

Bem, parece que, no meio de tanta coisa má neste país, até há algo de qualidade que foi considerado património cultural imaterial da humanidade! E isso é bom, muito bom... Não vou dissertar muito sobre o assunto porque já o fizeram durante longos dias (quem diria que poderia haver actuações musicais ao vivo nos telejornais!!) e eu própria já disse o que tinha para dizer (isto de se conviver com as pessoas dos meandros dá panos para mangas...). Portanto limito-me a fazer o (meu) ponto da situação neste dia comemorativo:

+                                                                     
reconhecimento de um elemento próprio da cultura portuguesa       
possível publicidade positiva do país                      
elogio ao ego nacional  

-
por que foi tudo concentrado em Lisboa?  
haverá mesmo benefício para o comércio do Fado "cá dentro"?
quais são exactamente as vantagens para o Povo não envolvido no comércio do Fado?

Desabafos sobre o assunto: mas por que é que toda a gente fica sempre tão emocionada ou até chora?!?!

13 de fevereiro de 2011

Eu conto com... poder pagar tão pouco!


Como se já não fosse suficiente aturar minutos de reportagens na TV de políticos em ataques via discursos e entrevistas, de jogadores, treinadores e directores desportivos de futebol em figuras ridículas nos jornais e nos directos depois dos jogos a distribuir insultos, ainda temos, no intervalo desta vergonha, de assistir às "boquinhas" tristes do Grupo Jerónimo Martins e do Grupo Sonae via anúncios publicitários para convencer os consumidores em qual das lojas é que existe mesmo a possibilidade de poupar dinheiro nas compras... Esqueceram-se foi que, por esta altura, já lá vai a intenção do marketing, esta deu lugar à intenção de denegrir o adversário. É muito triste...

Imagens nos sites: meiosepublicidade.pt; ekonsciencia.blogspot.com

14 de setembro de 2010

Versus

Serenidade vs. Angústia
Certezas vs. Dúvidas
Realidade vs. Fantasia
Complicar vs. Simplificar

Qual dos pratos da balança pesa mais?!

12 de junho de 2010

Espelho

Será que tudo é o que parece ser? Será que o reflexo corresponde à realidade ou é tudo uma questão de perspectiva?!

18 de maio de 2010

Dúvida Existencial III

Por que é que já n me visitam?!

11 de maio de 2010

Dúvida Existencial II

Por que é que boas ocasiões despertam maus sentimentos?!

12 de março de 2010

Fenómeno

Quem me explica o fenómeno do Facebook?!? A sério que gostva de compreender o vicio que se gerou por aí... É que começa por gente colada aos computadores a fazerem-se passar por agricultores virtuais e a pedirem desesperadamente por mais um click p comprar uma cerca, passando por listas intermináveis de supostos amigos com quem ja não se fala há n sei qto tempo mas que nos dão entrada a qq coisa da sua vida, acabando em conversas entre meia duzia de pessoas mas q uma infinidade de gente pode ler... Ainda estou p ver se algum dia me convencerão que este site n é mais q um antro de cusquice, onde se sabe muito sobre os outros, s entra nas suas vidas pelas fotos e se presencia as suas conversas. É claro que agr dizem que só se aceita quem se quer e que os perfis podem ser ocultos, mas para isso era importante que nao se falasse de listas de 100 amigos entre os quais constam aqueles com quem ttas vezes passamos horas em conjunto e com quem qse nada partilhamos... Sim, é certo que se trata de um entretenimento como outro qq, que tem uns jogos e uns quizzes e uns grupos engraçados...
Mas, para mim, a questão que ecoa na mnha cabeça é: pq é q eu ainda perco o meu tempo ali?!? (acho q já sei a resposta...)

2 de março de 2010

Expectativas

Este fim-de-semana alguém me dizia "É por isso que já não crio expectativas", frase que me ficou a ressoar na memória.
De facto as expectativas são o que nos faz ansiar por determinadas situações ou o que nos faz acreditar em determinadas pessoas. O pior é mesmo quando nos desiludimos e descobrimos que as pessoas não são o que pensavamos nem as coisas acontecem cm esperavamos.
Então, pus-me a pensar: é melhor n ter expectativas e n ser negativamente surpreendido, ou devemos criá-las na mesma e aprender c o desenrolar das coisas? P mim, o risco compensa, senão nunca teria despertado a minha perspicácia nem teria criado qq tipo de defesas.... E muito menos teria conseguido aprender a antecipar certas situações e como reagir.

15 de fevereiro de 2010

Tic-Tac

Então, digam lá: qual é exactamente o tempo de espera das coisas?!?

19 de outubro de 2009

Dúvida existencial...


Devemos procurar a verdade nas pessoas ou as pessoas verdadeiras?!

5 de julho de 2009

Novas Tecnologias


O que achar das novas tecnologias?! Aproximam-nos ou afastam-nos das pessoas? Ajudam-nos a sermos verdadeiros ou a escondermo-nos atrás de uma máscara?! Deixam-nos viver a realidade ou sonhar constantemente?
A verdade é que chego a casa depois do trabalho e lá vou para a frente da TV espreitar as mil e uma séries durante as quais n penso em mais nada (fuga à realidade?!). Ou então ligo o PC e dedico-me a duas de letra no messenger com quem está longe e com quem está perto (aproximo-me dos outros?!), aproveitando para navegar pela net. E depois há aquelas alturas em que troco um bom livro pelo episódio mais que repetido da série preferida (asneira...) ou que converso online para n ter de enfrentar os olhares reprovadores ao vivo (cobardia..). Já n vejo o telejornal como antes: é só desgraças e essas já me rodeiam todo o dia, para além de que cada vez mais me pergunto: ' quem manipula a informação? o q é verdadeiramente notícia? de que forma é ela trabalhada antes de ser transmitida ao público?'
E se não houver nada para fazer?! Isso é impossível... Só se falhar a electricidade! O catálogo das tecnologias não se esgota e há sempre mil e um canais para escolher na TV e um bilião de sites para explorar na net, e, ainda, os programas do PC para organizar e fazer brincadeiras com as fotos dos momentos da vida. E os cd's. E os dvd's. E os MP3. E os IPod's. E as Consolas.
Quando o dia corre menos bem há sp a opção do filme cor-de-rosa ou da comédia (coisas q nunca acontecem no quotidiano do comum mortal). Quando corre melhor a escolha feita é sp mais saudável: telefonar aos amigos e 'bora lá sair!
Sou consumidora das novas tecnologias mas não sei se deveria ser.. Mas s não fosse havia tanta coisa que nunca poderia fazer. Estaria parada no tempo.. Provavelmente a verdadeira questão é: onde traçar o limite?!

14 de maio de 2009

Verdade verdadinha..

Recebi este mail:

IRONIA NO SEU MELHOR
90 pessoas apanham a gripe Suína e toda a gente quer usar uma máscara.
Um milhão de pessoas tem SIDA e ninguém quer usar um preservativo.

22 de abril de 2008

O valor das pequenas coisas


A dimensão da realidade é proporcional às circunstâncias que a rodeiam.

17 de abril de 2008

Cabeça e Coração


Outro dia pus-me a pensar - ao volante, claro, porque, e quem conduz sabe-lo bem, é sp um momento ideal para reflectir sobre sabe-se lá o quê - por que será que nos referimos à cabeça e ao coração quando falamos de sentimentos?
A associação da cabeça à razão compreende-se bem: anatomicamente é o local do cérebro que é o orgão responsável pelo raciocínio e os processos que o constituem. Quanto ao coração ja n achei assim tão óbvio.. Por que é q o responsabilizamos pelas emoções sinceras e espontâneas? Será por bater mais rápido quando vemos aquela pessoa, quando ficamos furiosos c alguém? Ou simplesmente porque lhe atribuímos a responsabilidade de nos manter vivos, tal como as emoções nos fazem sentir?
Provavelmente falamos da desincronização entre os dois quando queremos controlar o que sentimos, impor barreiras ao que nos torna genuínos e sensiveis. Provavelmente tentamos mascarar estas emoções c medo do que os outros possam pensar, m n será antes por medo do que possamos pensar de nós próprios? Ou é apenas um instinto de auto-protecção, em que procuramos não valorizar o que os outros nos dizem p evitar as fúrias e os consequentes conflitos, assim como, sermos vencidos pela força da paixão e da atracção que nos podem ferir no mais íntimo que temos?

Fica a questão na mesma, porque n cheguei a nenhuma conclusão.. nem ao volante nem na cadeira!

20 de janeiro de 2008

Não somos obrigados a mais...

Quantas vezes dizemos que deveríamos ajudar os outros, mas porque não temos tempo, horário, por receio e timidez não o fazemos.. Nem sempre os grandes actos são os que desenvolvemos além fronteiras, mas sim os que fazemos junto dos que nos são mais próximos... Ninguém é obrigado a dar mais do que o que pode, e muitas vezes um simples sorriso ou um abraço é mais do que suficiente.. Não nos podemos esquecer de uma das características da condição humana: ser social! Só sabemos o que somos quando estamos em contacto com os outros e só sobrevivemos porque eles nos dão afecto e carinho..


16 de julho de 2007

Laços, lacinhos e laçarotes


Afinal de contas, como é que nos relacionamos uns com os outros? O que é que nos une? As personalidades, a empatia, as atracções físicas e intelectuais? São o quê? Os laços?! Quem sabe explicar ao certo o que é isso dos 'laços que nos unem'? São os afectos? E depois, quantas categorias de laços há? Ora deixa cá ver... Laços familiares, laços de amizade, laços amorosos, laços profissionais.. enfim! De qualquer forma, o que me intriga não é como nos unimos e como construímos uma relação, mas sim como nos separamos e como a quebramos.

A fragilidade de algumas relações da nossa vida contrasta bastante com a força de outras e a forma como saímos magoados da quebra dos ditos laços é o reflexo dessa força. De facto quem mais nos magoa é de quem mais gostamos e de quem mais vamos sentir a falta.

Há quem explique bem a construção dos laços, seja por uma reacção química, necessidade de afecto, por sermos um ser político, por precisarmos de nos encontrar nos outros, etc.. Mas, se existem todos estes motivos para nos relacionarmos com que nos rodeia, por que nos separamos deles depois? É evidente que existem os motivos mais comuns de sempre: porque ficamos magoados ou ofendidos ou irritados como que nos foi feito ou dito. O que a mim me intriga (mais uma vez) não é isso, mas sim por que razão não investimos no consenso, por que é que não nos esforçamos por recuperar o que foi destruído? Afinal não são só laços que nos unem, mas também lacinhos e laçarotes... e por vezes bem largos!

4 de julho de 2007

Terapias alternativas

É certo que alguma vez na vida todos nós nos sentimos mais fragilizados, como se as forças para reagir nos faltassem.. Pois, ninguém é de ferro!
E nessas alturas o que fazer? Bem, o mais certo é começarmos a
procurar motivação noutros locais, pessoas ou circunstâncias. Cada um à sua vontade. Todos temos formas diferentes de recuperar e timings distintos.. por vezes nem nos compreendemos uns aos outros, mas não é isso que importa, a única coisa relevante é mesmo encontrar as forças encondidas nos nossos refúgios.
Sei bem quais são os meus. Sei bem em quem confiar e onde encontrar o apoio..
Poucas são as coisas mais reconfortantes que a serenidade do bebé, do que sentir o aperto da sua pequena mão à volta do nosso dedo. É sempre espantoso ver como eles, tão pequenos e tão desprotegidos, nos supreendem tantas vezes com a sua incrível força e esforço de sobrevivência! São eles que nos revelam a verdadeira lição de vida!
Poucas são as coisas da vida mais maravilhosas que os bebés!






Quem diria que o trabalho
podia ser terapêutico?!

8 de maio de 2007

Maus hábitos

'Bad habits die hard', dizem. Mas eu continuo a acreditar que com força de vontade e determinação todos os objectivos se conseguem alcançar! E deixará de ser um mau hábito...

11 de abril de 2007

Realmente!

Vejam só o que me disseram hoje durante o jantar: "Quem diz sempre que 'sim', quando diz 'não' é um filho-da-mãe; Quem diz sempre que 'não', quando diz 'sim' é um tipo porreiro"
E não é mesmo verdade?!

31 de março de 2007

Mas afinal o que é real?!

Já todos sabemos que muitas vezes a nossa percepção da realidade nos engana... Mas por este caminho não podemos acreditar em nada do que nos é 'vendido'... Espreitem só estes dois vídeos.