Quantas vezes dizemos que deveríamos ajudar os outros, mas porque não temos tempo, horário, por receio e timidez não o fazemos.. Nem sempre os grandes actos são os que desenvolvemos além fronteiras, mas sim os que fazemos junto dos que nos são mais próximos... Ninguém é obrigado a dar mais do que o que pode, e muitas vezes um simples sorriso ou um abraço é mais do que suficiente.. Não nos podemos esquecer de uma das características da condição humana: ser social! Só sabemos o que somos quando estamos em contacto com os outros e só sobrevivemos porque eles nos dão afecto e carinho..
E aí está o novo ano! Depois de engolir as passas, pensar nos desejos, brindar, assistir ao fogo de artifício, fugir do champanhe aleio, telefonar aos mais queridos, etc, etc, lá consegui entrar em 2008 em excelente companhia e de forma memorável! A todos um ano resplandescente e que tudo o merecem esteja à vossa espera!